Há três virtudes teologais: - a fé, a esperança e a caridade.
Estas informam e vivificam todas as virtudes morais.
Pela fé, nós cremos em Deus e em tudo o que ”Ele” nos revelou e que a Santa Igreja nos propõe crer.
Pela esperança, desejamos e aguardamos de Deus e em tudo com confiança, a vida eterna e as graças para merecê-la.
Pela caridade, amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos por amor a Deus. Ela é o “vinculo da perfeição” (Cl 3,14) e a forma de todas as virtudes.
Os sete dons do “Espírito Santo” concedidos ao cristão são:
- Sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade, temor a Deus.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
História De Uma Àrvore . Autor Desconhecido
Existia uma árvore muito alta, frondosa, tronco de quase um metro e meio de diâmetro e galhos fortes .
Certo dia um Lenhador olhou para a árvore e disse em voz alta, mesmo estando sozinho:
- “É esta beleza que serve. Vou cortá-la. “
A árvore sentiu um calafrio e estremeceu. Fazendo um enorme esforço conseguiu se dirigir ao homem:
- “Senhor por que vai me matar? O que fiz de mal? Não faça isso comigo”.
O Lenhador ouvindo o clamor da Árvore respondeu
- “Não tenha medo você vai morrer como árvore, mas vai passar a viver em muitos outros lugares e de muitas outras formas, para servir a muita gente! Não será como os homens que nascem, vivem e morrem.”
Depois dessa afirmação, o Lenhador e a Árvore iniciaram uma longa conversa:
- “Como se dará isso, como vou viver depois de morrer?”
- “Você não conhece a história do homem mais importante que viveu na terra há dois mil anos? Ele morreu, ressuscitou, e continua vivo entre nós até hoje e nunca abandonará todos os seres humanos.”
- “Não!”
- “Então deixa lhe contar: Ele nasceu, cresceu e dedicou sua vida inteira a serviço do seu povo. É filho do Criador de tudo quanto existe – a terra, o mar, o céu, as estrelas, o sol, a lua, os planetas, os animais, os minerais, os vegetais, como você, as aves, os répteis, os peixes, o homem, a mulher e tudo enfim que existe no Universo e na Terra.”
- “Mas, então, o Pai desse homem, é meu Pai!”
- “O pai desse homem realmente é seu Pai, de todos e de tudo.”
- “Mas, então, esse Pai é deve ser muito grande e poderoso.”
- “Tão grande que pode estar sempre junto de nós e em todos os lugares ao mesmo tempo.”
- “É difícil de entender...”
- “De fato só conseguimos entender se conhecermos a vida do seu Filho, que era como Ele, mas viveu como os homens vivem, com a diferença que só fez o bem e nunca fez mal a ninguém. O seu pai deu a Ele o poder de curar os doentes, consolar os sofredores, e amar a todos os seres humanos crianças, moços, velhos, que nascem, vivem e morrem em todo o mundo.”
- “Você disse que os homens nascem, vivem e morrem. Então, vou continuar a viver depois de morta?” “Eu esqueci de dizer que os homens, tem uma vida eterna.”
- “Como, se eles morrem?”
- “A vida eterna dos homens começa justamente depois da sua morte. O homem é o único ser vivo que tem alma, espírito, que continua a existir depois da morte.”
- “Tudo isso é muito estranho. Não consigo entender ainda.”
- “Não é fácil de entender mesmo. A nossa capacidade de entendimento não alcança a grandiosidade e o poder do nosso Criador. Só acreditando nas palavras do seu Filho, que foram escritas a mais de dois mil anos, por quatro amigos seus chamados Mateus, Marcos, Lucas e João, é que poderemos, através de uma Fé muito forte, aceitar esse mistério.”
- “E o meu caso, como você falou, eu vou viver de muitos modos diferentes. Isso também é mistério?”
- “Não... você vai continuar a viver aqui na terra para sempre, servindo os homens fazendo, assim, o que o nosso Pai deseja. Você apenas vai se transformar em diversas formas úteis para a humanidade.”
- “Como assim?”
- “As suas folhas vão cair na terra e se transformar em adubo para o nascimento de outras árvores e plantas; a casca do seu tronco também vai servir de adubo da terra; o seu tronco vai ter a casca retirada e cortado em grandes taboas que servirão para construir casas para as pessoas viverem unidas com suas famílias, para fazer berços para criancinhas dormirem tranquilamente, camas para adultos descansarem depois de um dia de trabalho, armários para guardar louças, panelas e muitas coisas necessárias à vida dos homens, guarda-roupas, mesas para a família se reunir e tomar as suas refeições, cadeiras para as pessoas se acomodarem, portas e janelas para as casas não ficarem devassadas, barcos para transporte de pessoas e coisas pelos rios, pontes para se atravessar córregos de uma margem à outra, e muitas outras utilidades, as quais eu não vou relacionar todas para você não ficar vaidosa.”
- “Puxa mais então eu serei mesmo muito importante, mesmo depois de “morrer”, ou melhor depois de ser cortada!”
- É isso mesmo você vai ensinar aos homens, como doar o seu “corpo” para fazer o bem a todas as pessoas. E os homens precisam espelhar-se em você, para viver como nosso Pai que está nos céus deseja: “
- “Amar o seu próximo como a si mesmo”.
-
Certo dia um Lenhador olhou para a árvore e disse em voz alta, mesmo estando sozinho:
- “É esta beleza que serve. Vou cortá-la. “
A árvore sentiu um calafrio e estremeceu. Fazendo um enorme esforço conseguiu se dirigir ao homem:
- “Senhor por que vai me matar? O que fiz de mal? Não faça isso comigo”.
O Lenhador ouvindo o clamor da Árvore respondeu
- “Não tenha medo você vai morrer como árvore, mas vai passar a viver em muitos outros lugares e de muitas outras formas, para servir a muita gente! Não será como os homens que nascem, vivem e morrem.”
Depois dessa afirmação, o Lenhador e a Árvore iniciaram uma longa conversa:
- “Como se dará isso, como vou viver depois de morrer?”
- “Você não conhece a história do homem mais importante que viveu na terra há dois mil anos? Ele morreu, ressuscitou, e continua vivo entre nós até hoje e nunca abandonará todos os seres humanos.”
- “Não!”
- “Então deixa lhe contar: Ele nasceu, cresceu e dedicou sua vida inteira a serviço do seu povo. É filho do Criador de tudo quanto existe – a terra, o mar, o céu, as estrelas, o sol, a lua, os planetas, os animais, os minerais, os vegetais, como você, as aves, os répteis, os peixes, o homem, a mulher e tudo enfim que existe no Universo e na Terra.”
- “Mas, então, o Pai desse homem, é meu Pai!”
- “O pai desse homem realmente é seu Pai, de todos e de tudo.”
- “Mas, então, esse Pai é deve ser muito grande e poderoso.”
- “Tão grande que pode estar sempre junto de nós e em todos os lugares ao mesmo tempo.”
- “É difícil de entender...”
- “De fato só conseguimos entender se conhecermos a vida do seu Filho, que era como Ele, mas viveu como os homens vivem, com a diferença que só fez o bem e nunca fez mal a ninguém. O seu pai deu a Ele o poder de curar os doentes, consolar os sofredores, e amar a todos os seres humanos crianças, moços, velhos, que nascem, vivem e morrem em todo o mundo.”
- “Você disse que os homens nascem, vivem e morrem. Então, vou continuar a viver depois de morta?” “Eu esqueci de dizer que os homens, tem uma vida eterna.”
- “Como, se eles morrem?”
- “A vida eterna dos homens começa justamente depois da sua morte. O homem é o único ser vivo que tem alma, espírito, que continua a existir depois da morte.”
- “Tudo isso é muito estranho. Não consigo entender ainda.”
- “Não é fácil de entender mesmo. A nossa capacidade de entendimento não alcança a grandiosidade e o poder do nosso Criador. Só acreditando nas palavras do seu Filho, que foram escritas a mais de dois mil anos, por quatro amigos seus chamados Mateus, Marcos, Lucas e João, é que poderemos, através de uma Fé muito forte, aceitar esse mistério.”
- “E o meu caso, como você falou, eu vou viver de muitos modos diferentes. Isso também é mistério?”
- “Não... você vai continuar a viver aqui na terra para sempre, servindo os homens fazendo, assim, o que o nosso Pai deseja. Você apenas vai se transformar em diversas formas úteis para a humanidade.”
- “Como assim?”
- “As suas folhas vão cair na terra e se transformar em adubo para o nascimento de outras árvores e plantas; a casca do seu tronco também vai servir de adubo da terra; o seu tronco vai ter a casca retirada e cortado em grandes taboas que servirão para construir casas para as pessoas viverem unidas com suas famílias, para fazer berços para criancinhas dormirem tranquilamente, camas para adultos descansarem depois de um dia de trabalho, armários para guardar louças, panelas e muitas coisas necessárias à vida dos homens, guarda-roupas, mesas para a família se reunir e tomar as suas refeições, cadeiras para as pessoas se acomodarem, portas e janelas para as casas não ficarem devassadas, barcos para transporte de pessoas e coisas pelos rios, pontes para se atravessar córregos de uma margem à outra, e muitas outras utilidades, as quais eu não vou relacionar todas para você não ficar vaidosa.”
- “Puxa mais então eu serei mesmo muito importante, mesmo depois de “morrer”, ou melhor depois de ser cortada!”
- É isso mesmo você vai ensinar aos homens, como doar o seu “corpo” para fazer o bem a todas as pessoas. E os homens precisam espelhar-se em você, para viver como nosso Pai que está nos céus deseja: “
- “Amar o seu próximo como a si mesmo”.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
A Ultima Luta Do Coliseu
A Última Luta Do Coliseu
Com o passar do tempo o cristianismo foi se impondo como religião, adotada até pelo imperador romano.
A perseguição terminou e acabaram-se os mártires para servir de alimento ás feras no Coliseu.
Os imperadores cristãos se empenhavam em acabar com os espetáculos de crueldade e morte, mas os costumes prevaleceram até contra a vontade do imperador.
As lutas no Coliseu continuaram ainda por cem anos depois que Roma se tornou, pelo menos nominalmente, uma cidade cristã.
Certa vez o Senado romano propôs que o imperador e o general entrassem em triunfo na abertura do ano-novo, montados em corcéis brancos, vestidos com mantos púrpura e com as faces rubras de ruge, como mandava a tradição.
Em vez dos templos pagãos, visitaram a igreja e os prisioneiros não foram sacrificados. Mas a sede de sangue romana não tinha se esgotado e, depois da procissão começou o espetáculo no Coliseu, a princípio com inocentes corridas a pé, a cavalo, de charrete. A seguir uma caça às feras tomou a arena e depois se puseram em formação com espadas afiadas, para um verdadeiro combate de gladiadores.
O povo aplaudiu com entusiasmo.
E repente, porém, houve uma interrupção. Um homem mal vestido, descalço, pulou na arena e , tentando tirar os gladiadores, começou a gritar para a platéia que cessasse de derramar sangue inocente, que não abusassem da misericórdia divina, evitando a espada do inimigo e não incentivando o assassinato.
Gritos, berros, impropérios acolheram as suas palavras.
Ali não era lugar para sermões, os antigos costumes de Roma deviam ser observados.
“ Fora!”, “Em frente gladiadores!”
Os gritos do povo aumentaram “Agitador!” “Agitador!”, “Acabem com ele!” Enraivecidos os gladiadores o derrubaram. Uma chuva de pedras ou o que quer que tivessem à mão, se abateu sobre o homem e ele morreu.
As roupas do homem mostravam que era um religiosos cuja vida era dedicada a prece e ao sacrifício.
Os poucos que o conheciam sabiam que ele tinha vindo em peregrinação das remotas regiões da Ásia.
Com o passar do tempo o cristianismo foi se impondo como religião, adotada até pelo imperador romano.
A perseguição terminou e acabaram-se os mártires para servir de alimento ás feras no Coliseu.
Os imperadores cristãos se empenhavam em acabar com os espetáculos de crueldade e morte, mas os costumes prevaleceram até contra a vontade do imperador.
As lutas no Coliseu continuaram ainda por cem anos depois que Roma se tornou, pelo menos nominalmente, uma cidade cristã.
Certa vez o Senado romano propôs que o imperador e o general entrassem em triunfo na abertura do ano-novo, montados em corcéis brancos, vestidos com mantos púrpura e com as faces rubras de ruge, como mandava a tradição.
Em vez dos templos pagãos, visitaram a igreja e os prisioneiros não foram sacrificados. Mas a sede de sangue romana não tinha se esgotado e, depois da procissão começou o espetáculo no Coliseu, a princípio com inocentes corridas a pé, a cavalo, de charrete. A seguir uma caça às feras tomou a arena e depois se puseram em formação com espadas afiadas, para um verdadeiro combate de gladiadores.
O povo aplaudiu com entusiasmo.
E repente, porém, houve uma interrupção. Um homem mal vestido, descalço, pulou na arena e , tentando tirar os gladiadores, começou a gritar para a platéia que cessasse de derramar sangue inocente, que não abusassem da misericórdia divina, evitando a espada do inimigo e não incentivando o assassinato.
Gritos, berros, impropérios acolheram as suas palavras.
Ali não era lugar para sermões, os antigos costumes de Roma deviam ser observados.
“ Fora!”, “Em frente gladiadores!”
Os gritos do povo aumentaram “Agitador!” “Agitador!”, “Acabem com ele!” Enraivecidos os gladiadores o derrubaram. Uma chuva de pedras ou o que quer que tivessem à mão, se abateu sobre o homem e ele morreu.
As roupas do homem mostravam que era um religiosos cuja vida era dedicada a prece e ao sacrifício.
Os poucos que o conheciam sabiam que ele tinha vindo em peregrinação das remotas regiões da Ásia.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Santa Mônica
Santa Mônica, Viuda
La Iglesia venera a Santa Mónica, santa esposa y viuda, no sólo por darle vida corporal a uno de los más importantes doctores de la Iglesia, San Agustín, sino también porque fue el principal instrumento del que Dios se valió para darle a éste el don de la Fe.
Agustín tenía 17 años y estudiaba retórica. Dos años más tarde, Mónica tuvo la pena de saber que su hijo llevaba una vida disoluta y había abrazado la herejía maniquea. Por esta razón y como manera de motivarlo al arrepentimiento, Mónica le cerró las puertas de su casa durante algún tiempo. Una visión hizo a la santa tratar menos severamente a Agustín. Soñó que se hallaba en el bosque, llorando la caída de Agustín, cuando se le acercó un personaje resplandeciente que le preguntó la causa de su pena. Este, después de escucharla y secarle las lágrimas, le dijo: "Tu hijo está contigo". Cuando Mónica contó a Agustín el sueño, el joven respondió que Mónica no tenía más que renunciar al cristianismo para estar con él; pero la santa respondió: "No se me dijo que yo estaba contigo, sino que tú estabas conmigo".
El gran obispo San Ambrosio, quien se había hecho muy amigo de Agustín y su madre, tuvo también un papel muy importante en la conversión del futuro santo. Finalmente, en agosto del año 386, Agustín anunció su completa conversión al catolicismo. El santo ha dejado en sus "Confesiones" algunas de las conversaciones espirituales y filosóficas en que pasó el tiempo de preparación para el bautismo. San Ambrosio bautizó a Agustín en la Pascua del año 387.
Los fieles se encomiendan, desde hace muchos siglos, a las oraciones de Santa Mónica, ya que ésta es patrona de las mujeres casadas y modelo de las madres cristianas.
La Iglesia venera a Santa Mónica, santa esposa y viuda, no sólo por darle vida corporal a uno de los más importantes doctores de la Iglesia, San Agustín, sino también porque fue el principal instrumento del que Dios se valió para darle a éste el don de la Fe.
Agustín tenía 17 años y estudiaba retórica. Dos años más tarde, Mónica tuvo la pena de saber que su hijo llevaba una vida disoluta y había abrazado la herejía maniquea. Por esta razón y como manera de motivarlo al arrepentimiento, Mónica le cerró las puertas de su casa durante algún tiempo. Una visión hizo a la santa tratar menos severamente a Agustín. Soñó que se hallaba en el bosque, llorando la caída de Agustín, cuando se le acercó un personaje resplandeciente que le preguntó la causa de su pena. Este, después de escucharla y secarle las lágrimas, le dijo: "Tu hijo está contigo". Cuando Mónica contó a Agustín el sueño, el joven respondió que Mónica no tenía más que renunciar al cristianismo para estar con él; pero la santa respondió: "No se me dijo que yo estaba contigo, sino que tú estabas conmigo".
El gran obispo San Ambrosio, quien se había hecho muy amigo de Agustín y su madre, tuvo también un papel muy importante en la conversión del futuro santo. Finalmente, en agosto del año 386, Agustín anunció su completa conversión al catolicismo. El santo ha dejado en sus "Confesiones" algunas de las conversaciones espirituales y filosóficas en que pasó el tiempo de preparación para el bautismo. San Ambrosio bautizó a Agustín en la Pascua del año 387.
Los fieles se encomiendan, desde hace muchos siglos, a las oraciones de Santa Mónica, ya que ésta es patrona de las mujeres casadas y modelo de las madres cristianas.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Pense nisso.
Por que usar em seu discurso palavras que humilham as pessoas, como arrogância, ganância etc.
Estas pessoas não estão te ouvindo.
Quem te ouve são os doentes, em casa ou nos hospitais, pessoas que necessitam de conforto, estímulo, entusiasmo.
Meditar a “ Palavra de Deus” contida no “Evangelho” é o suficiente.
Pense nisso.
Estas pessoas não estão te ouvindo.
Quem te ouve são os doentes, em casa ou nos hospitais, pessoas que necessitam de conforto, estímulo, entusiasmo.
Meditar a “ Palavra de Deus” contida no “Evangelho” é o suficiente.
Pense nisso.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
"Felizes aqueles que crêem sem ter visto”
O maior de todos os milagres Jesus Cristo nos deixou em cada missa:- sob a aparência do Pão e do Vinho.
Em cada Eucaristia há um milagre, que não é visto pelos olhos da carne, mas é visto pelos olhos da fé.
Santo Agostinho chamava o sacramento Visibili Verbum, (palavra visível e não apenas audível.)
Vêem o corpo de Cristo no Pão consagrado e o sangue de Cristo no Vinho consagrado.
Há 2.011 anos este milagre da Fé se renova a cada dia, a cada hora em que há uma missa.
Para cada um de nós o maior dos milagres é conservar a fé em Jesus Cristo Vivo e presente em cada Eucaristia, até a hora da nossa morte...
Sabendo que quem o come indignamente come sua própria condenação, mas quem "Dele" se alimenta com Fé e Esperança, recebe a Graça da Vida Eterna, do Pão e do Vinho Descido dos Céus.
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O maior de todos os milagres Jesus Cristo nos deixou em cada missa:- sob a aparência do Pão e do Vinho.
Em cada Eucaristia há um milagre, que não é visto pelos olhos da carne, mas é visto pelos olhos da fé.
Santo Agostinho chamava o sacramento Visibili Verbum, (palavra visível e não apenas audível.)
Vêem o corpo de Cristo no Pão consagrado e o sangue de Cristo no Vinho consagrado.
Há 2.011 anos este milagre da Fé se renova a cada dia, a cada hora em que há uma missa.
Para cada um de nós o maior dos milagres é conservar a fé em Jesus Cristo Vivo e presente em cada Eucaristia, até a hora da nossa morte...
Sabendo que quem o come indignamente come sua própria condenação, mas quem "Dele" se alimenta com Fé e Esperança, recebe a Graça da Vida Eterna, do Pão e do Vinho Descido dos Céus.
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