Para falar de Deus é preciso ter coragem!
Superar com sabedoria todos os Chavões que nos são atribuídos: fanáticos, fundamentalistas, radicais, ridículo e muitos outros. A gente ouve, entra por um ouvido e sai pelo outro. Não tem importância alguma, mas é indispensável ter consciência da necessidade que temos de escutar e introgetar a Palavra de Deus.
Para falar de Deus:
Primeiro escutar,
Depois catequizar.
Quando estamos desanimados, sem esperança e achando que nada vale à pena!
O que está faltando?
Conversar com Deus Pai, Escutar a “Sua” palavra, perseverar na oração.
A nossa mudança de vida para melhor, será uma disposição constante,uma linda caminhada em direção a “Boa Nova de Cristo”. Pode ser demorada, mas só assim estaremos nos preparando para servir a Deus e a Jesus Cristo, com amor, paciência e sempre através do próximo. Contribuindo assim com uma gotinha de paz para a construção do
“Seu Reino” que se inicia aqui na terra.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Continuação Vida de Santa Escolástica
As regras das duas casas eram praticamente as mesmas e eram proibidos de entrarem, um na casa do outro.
Os irmãos, gemeos, São Bento e Santa Escolástica,apenas se encontravam uma vez por ano para discutir as matérias espirituais de grande importância para ambos, e ela teria ajudado a ele a escrever as "Regras de São Benedito", que são seguidas até hoje pelos beneditinos.
Gregório conta que no último encontro dos doisirmãos, eles passaram o dia em conforto mútuo e Benedito sabia que seria a última vez que estariam juntos na terra. Scholástica, também havia pressentido que seria seu último dia com ele, pediu que ele passasse a tarde e parte da noite com ela. Benedito rispidamente recusou por não querer quebrar a sua própria regra que proibia, sem um motivo de força maior, passar uma noite fora do monastério. Santa Scholástica chorou copiosamente e colocando sua cabeça sobre uma mesa pediu a Deus que a ajudasse e repentinamente uma forte tempestade desabou sobre o local impedindo Benedito e seus companheiros de retornarem ao mosteiro.
Disse Benedito:
"Deus todo poderoso perdoai minha irmã pelo que ela fez ".
Scholástica retrucou:
"Eu pedi um favor a você e você recusou e eu pedi a Deus e ele não recusou. Ele me concedeu o que pedi!"
Logo após seu retorno a Monte Cassino, Benedito teve uma visão da alma de Scholástica saindo de seu corpo na forma de uma pomba. Ela veio a falecer três dias depois em 543. Ele colocou seu corpo em uma tumba que ele havia preparado para si próprio e deu ordem para que ele também fosse ali enterrado.
As relíquias dela foram trasladadas pelo monge Adrevaldo para um Santuário na Igreja de São Pedro em Le Mans, França. Isto teria sido feito quando as relíquias de São Benedito foram trasladadas para Fleury. Em 1562 o santuário foi preservado da destruição pelos Huguenotes.
Alguns dizem que nós devemos somente pedir a Deus coisas importantes, mas o amor de Deus é tão grande que Ele nos dá todas as boas coisas que desejamos. Ele ouve nossas preces, nossos louvores e nossos agradecimentos. Nada é tão grande ou trivial para Deus. Santa Scholástica é obviamente uma daquelas que aprendeu a lição do amor de Deus ao pedir a ele uma tempestade no momento certo.
Na arte litúrgica da Igreja Santa Scholástica é mostrada como uma freira segurando um crucifixo; ou 2) mostrada com Santa Justina de Pádua; ou 3) recebendo o véu de São Benedito; ou 4) com sua alma deixando o corpo como uma pomba; ou 5) com uma pomba a seus pés ou; 6) ajoelhada junto a cela de São Benedito.
Ela é invocada contra tempestades e é a padroeira de Monte Cassino.
Os irmãos, gemeos, São Bento e Santa Escolástica,apenas se encontravam uma vez por ano para discutir as matérias espirituais de grande importância para ambos, e ela teria ajudado a ele a escrever as "Regras de São Benedito", que são seguidas até hoje pelos beneditinos.
Gregório conta que no último encontro dos doisirmãos, eles passaram o dia em conforto mútuo e Benedito sabia que seria a última vez que estariam juntos na terra. Scholástica, também havia pressentido que seria seu último dia com ele, pediu que ele passasse a tarde e parte da noite com ela. Benedito rispidamente recusou por não querer quebrar a sua própria regra que proibia, sem um motivo de força maior, passar uma noite fora do monastério. Santa Scholástica chorou copiosamente e colocando sua cabeça sobre uma mesa pediu a Deus que a ajudasse e repentinamente uma forte tempestade desabou sobre o local impedindo Benedito e seus companheiros de retornarem ao mosteiro.
Disse Benedito:
"Deus todo poderoso perdoai minha irmã pelo que ela fez ".
Scholástica retrucou:
"Eu pedi um favor a você e você recusou e eu pedi a Deus e ele não recusou. Ele me concedeu o que pedi!"
Logo após seu retorno a Monte Cassino, Benedito teve uma visão da alma de Scholástica saindo de seu corpo na forma de uma pomba. Ela veio a falecer três dias depois em 543. Ele colocou seu corpo em uma tumba que ele havia preparado para si próprio e deu ordem para que ele também fosse ali enterrado.
As relíquias dela foram trasladadas pelo monge Adrevaldo para um Santuário na Igreja de São Pedro em Le Mans, França. Isto teria sido feito quando as relíquias de São Benedito foram trasladadas para Fleury. Em 1562 o santuário foi preservado da destruição pelos Huguenotes.
Alguns dizem que nós devemos somente pedir a Deus coisas importantes, mas o amor de Deus é tão grande que Ele nos dá todas as boas coisas que desejamos. Ele ouve nossas preces, nossos louvores e nossos agradecimentos. Nada é tão grande ou trivial para Deus. Santa Scholástica é obviamente uma daquelas que aprendeu a lição do amor de Deus ao pedir a ele uma tempestade no momento certo.
Na arte litúrgica da Igreja Santa Scholástica é mostrada como uma freira segurando um crucifixo; ou 2) mostrada com Santa Justina de Pádua; ou 3) recebendo o véu de São Benedito; ou 4) com sua alma deixando o corpo como uma pomba; ou 5) com uma pomba a seus pés ou; 6) ajoelhada junto a cela de São Benedito.
Ela é invocada contra tempestades e é a padroeira de Monte Cassino.
VIVER E LUTAR
VIVER E LUTAR
Desde muito pequenina tenho lutado bastante: para respirar, mamar, engolir, dormir, acordar, comer, falar, andar, correr, pular, amar.
Com seis anos fui à escola e continuei a luta para me sociabilizar, aprender a ler, escrever, contar, raciocinar, aumentar o meu vocabulário. Ir e voltar da escola sem a companhia da minha mãe, que nos primeiros dias de aula me ensinou o caminho, o cuidado para atravessar a rua, não dar trela a desconhecidos, estar sempre atenta ao que se passava ao meu redor, andar bem rápido para não chegar atrasada.
Já maiorzinha as responsabilidades foram aumentando e comecei aos poucos a colaborar nas tarefas domésticas: tirar o pó dos móveis (com lustra móveis que ganhávamos do tio Abílio), arrumar a minha cama, tirar água do poço (com um baldinho colocado especialmente para mím), tomar conta da minha irmã Maria Helena, fazer pequenas compras na venda do senhor Pedro, na feira, no açougue, na farmácia do senhor Brandão, no armarinho do Sado, na papelaria, etc..
Nessa época aprendi a enfiar a linha na agulha de costura. Que alegria! Dei os primeiros pontos, ganhei uma cestinha de costura, com linhas de diversas cores, tesourinha, dedal e, o mais importante:
Uma toalhinha para bordar.
É aí que eu quero chegar!
Não foi fácil lidar com a colher, com o lápis, com a caneta de pena mosquitinho, com o tinteiro levado cuidadosamente à escola, com as agulhas de costura, crochê e tricô, com os caminhos, com as línguas, principalmente a italiana, com a qual me comunicava com minha nona, com os livros, com os pincéis, com a música, com a direção do carro, com as máquinas, com os partos, com as doenças, com as pessoas e, hoje, com o bendito computador.
Quantas lutas enfrentei! Trabalhei duro para atingir meus objetivos,
Venci, ou melhor, estou vencendo!
Com o auxílio de Deus. Com esforço, paciência, perseverança, renúncia e sacrifício. Com a ajuda dos meus pais, avós, esposo, familiares, professores e, mais tarde:
Com a ajuda, também dos filhos e netos.
Maria Virgínia
Desde muito pequenina tenho lutado bastante: para respirar, mamar, engolir, dormir, acordar, comer, falar, andar, correr, pular, amar.
Com seis anos fui à escola e continuei a luta para me sociabilizar, aprender a ler, escrever, contar, raciocinar, aumentar o meu vocabulário. Ir e voltar da escola sem a companhia da minha mãe, que nos primeiros dias de aula me ensinou o caminho, o cuidado para atravessar a rua, não dar trela a desconhecidos, estar sempre atenta ao que se passava ao meu redor, andar bem rápido para não chegar atrasada.
Já maiorzinha as responsabilidades foram aumentando e comecei aos poucos a colaborar nas tarefas domésticas: tirar o pó dos móveis (com lustra móveis que ganhávamos do tio Abílio), arrumar a minha cama, tirar água do poço (com um baldinho colocado especialmente para mím), tomar conta da minha irmã Maria Helena, fazer pequenas compras na venda do senhor Pedro, na feira, no açougue, na farmácia do senhor Brandão, no armarinho do Sado, na papelaria, etc..
Nessa época aprendi a enfiar a linha na agulha de costura. Que alegria! Dei os primeiros pontos, ganhei uma cestinha de costura, com linhas de diversas cores, tesourinha, dedal e, o mais importante:
Uma toalhinha para bordar.
É aí que eu quero chegar!
Não foi fácil lidar com a colher, com o lápis, com a caneta de pena mosquitinho, com o tinteiro levado cuidadosamente à escola, com as agulhas de costura, crochê e tricô, com os caminhos, com as línguas, principalmente a italiana, com a qual me comunicava com minha nona, com os livros, com os pincéis, com a música, com a direção do carro, com as máquinas, com os partos, com as doenças, com as pessoas e, hoje, com o bendito computador.
Quantas lutas enfrentei! Trabalhei duro para atingir meus objetivos,
Venci, ou melhor, estou vencendo!
Com o auxílio de Deus. Com esforço, paciência, perseverança, renúncia e sacrifício. Com a ajuda dos meus pais, avós, esposo, familiares, professores e, mais tarde:
Com a ajuda, também dos filhos e netos.
Maria Virgínia
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Santa Escolástica
Mais conhecida como Santa Scholástica
Nasceu em 480 DC e era irmã gêmea de São Benedito de Núrsia (conhecido no Brasil como São Bento) fundador da Ordem dos Beneditinos.
Quase nada é conhecido sobre ela a não ser algumas passagens escritas sobre ela pelo Papa São Gregório magno, um grande estudioso dos santos. Em seus "Dialogues" ele destaca Scholástica como dedicada a Deus desde pequena e descreve que quando Benedito estabeleceu seu monastério em Monte Cassino, ela fundou um convento em Plombariola, cerca de 7 km de distancia ao sul.
O convento é tido como sendo sob a direção de Benedito e sua Regra, assim ela é considerada a primeira freira beneditina.
Nasceu em 480 DC e era irmã gêmea de São Benedito de Núrsia (conhecido no Brasil como São Bento) fundador da Ordem dos Beneditinos.
Quase nada é conhecido sobre ela a não ser algumas passagens escritas sobre ela pelo Papa São Gregório magno, um grande estudioso dos santos. Em seus "Dialogues" ele destaca Scholástica como dedicada a Deus desde pequena e descreve que quando Benedito estabeleceu seu monastério em Monte Cassino, ela fundou um convento em Plombariola, cerca de 7 km de distancia ao sul.
O convento é tido como sendo sob a direção de Benedito e sua Regra, assim ela é considerada a primeira freira beneditina.
Saída do Egito
Êxodos (16,4) - (16,35)
A saída do Egito
O Senhor disse a Moises: ”Eu vou fazer chover pão, do alto do céu. Sairá o povo, e colherá diariamente a porção de cada dia. Pô-lo-ei dêsse modo à prova, para ver se ele andará ou não, segundo as minhas ordens...”
“...Os Israelitas comeram o maná durante quarenta anos, até a sua chegada a uma terra habitada. “Comeram o maná, até que chegaram aos confins da terra de Canaã.”
Assim como o Maná, alimento milagroso, era necessário ao Povo de Deus para fortalecê-los durante a passagem do Egito para a Terra Prometida, a Santa Comunhão ,o próprio corpo de Cristo ,também alimento milagroso, é necessária aos cristãos, para fortalecê-los durante a sua passagem pela terra.
“Aquele, porém, que come deste pão, viverá eternamente.” (Jo.VI, 49-51)
A saída do Egito
O Senhor disse a Moises: ”Eu vou fazer chover pão, do alto do céu. Sairá o povo, e colherá diariamente a porção de cada dia. Pô-lo-ei dêsse modo à prova, para ver se ele andará ou não, segundo as minhas ordens...”
“...Os Israelitas comeram o maná durante quarenta anos, até a sua chegada a uma terra habitada. “Comeram o maná, até que chegaram aos confins da terra de Canaã.”
Assim como o Maná, alimento milagroso, era necessário ao Povo de Deus para fortalecê-los durante a passagem do Egito para a Terra Prometida, a Santa Comunhão ,o próprio corpo de Cristo ,também alimento milagroso, é necessária aos cristãos, para fortalecê-los durante a sua passagem pela terra.
“Aquele, porém, que come deste pão, viverá eternamente.” (Jo.VI, 49-51)
Nascimento de Moises
O Êxodo, (1,22)
O Êxodo, segundo livro da Bíblia, nos conta a vocação de Moises, seu papel de libertador e depois, o de legislador do povo de Deus. Encontramos,as duas partes: a saída do Egito e a Aliança do Sinai.
O Faraó, rei do Egito, deu esta ordem a todo seu povo:“Todo menino que nascer, atirá-lo-eis ao Nilo. Deixareis, porém. Viver todas as meninas”.
Nascimento de Moises. Êxodo (2,1-10)
“Um homem da casa de Levi tinha tomado por mulher uma filha de Levi, que se tornou em breve grávida, e deu a luz um filho. Vendo que era formoso, escondeu-o durante três meses, Mas, não podendo guardá-lo oculto por mais tempo, tomou uma cesta de junco, untou-as de betume colocou dentro o menino e depô-la à beira do rio no meio dos caniços. A irmã do menino colocara-se a alguma distância para ver o que lhe havia de acontecer.
Ora, a filha do Faraó desceu ao rio para se banhar, enquanto suas criadas passeavam à beira do rio. Ela viu a cesta no meio dos juncos e mandou uma de suas criadas buscá-la. Abriu-a e viu dentro o menino que chorava. E compadeceu-se: “É um filho dos hebreus”, disse ela. Veio então a irmã do menino e disse a filha do Faraó: - “Queres que vá procurar entre as mulheres dos hebreus uma ama de leite para amamentar o menino?” – “Sim, disse a filha do Faraó. E a moça correu a buscar a mãe do menino. “Toma este menino, disse-lhe a filha do Faraó, e amamenta-o; dar-te-ei o teu salário”. A mulher tomou o menino e o amamentou.
Quando o menino cresceu, ela o conduziu á filha do Faraó, que o adotou por seu filho e deu-lhe o nome de Moises, “Porque, disse ela, eu o salvei das águas”.”
O Êxodo, segundo livro da Bíblia, nos conta a vocação de Moises, seu papel de libertador e depois, o de legislador do povo de Deus. Encontramos,as duas partes: a saída do Egito e a Aliança do Sinai.
O Faraó, rei do Egito, deu esta ordem a todo seu povo:“Todo menino que nascer, atirá-lo-eis ao Nilo. Deixareis, porém. Viver todas as meninas”.
Nascimento de Moises. Êxodo (2,1-10)
“Um homem da casa de Levi tinha tomado por mulher uma filha de Levi, que se tornou em breve grávida, e deu a luz um filho. Vendo que era formoso, escondeu-o durante três meses, Mas, não podendo guardá-lo oculto por mais tempo, tomou uma cesta de junco, untou-as de betume colocou dentro o menino e depô-la à beira do rio no meio dos caniços. A irmã do menino colocara-se a alguma distância para ver o que lhe havia de acontecer.
Ora, a filha do Faraó desceu ao rio para se banhar, enquanto suas criadas passeavam à beira do rio. Ela viu a cesta no meio dos juncos e mandou uma de suas criadas buscá-la. Abriu-a e viu dentro o menino que chorava. E compadeceu-se: “É um filho dos hebreus”, disse ela. Veio então a irmã do menino e disse a filha do Faraó: - “Queres que vá procurar entre as mulheres dos hebreus uma ama de leite para amamentar o menino?” – “Sim, disse a filha do Faraó. E a moça correu a buscar a mãe do menino. “Toma este menino, disse-lhe a filha do Faraó, e amamenta-o; dar-te-ei o teu salário”. A mulher tomou o menino e o amamentou.
Quando o menino cresceu, ela o conduziu á filha do Faraó, que o adotou por seu filho e deu-lhe o nome de Moises, “Porque, disse ela, eu o salvei das águas”.”
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)